ACERVO E SERVIÇOS

Desde sua criação, em 1951, o Centro de Estudos Cinematográficos de Minas Gerais cuidou de formar a sua hemeroteca, que tanto abastecia os painéis que informavam o público sobre o filme em exibição, como fornecia a crítica de cinema reproduzida nos boletins editados para as suas sessões cinematográficas semanais. Com 70 anos de atividades, a coleção de recortes de jornais e revistas atingiu um volume considerável, abrangendo o cinema estrangeiro, o cinema brasileiro e o cinema mineiro. Como outras organizações já se dedicam ao cinema estrangeiro e ao cinema brasileiro, o foco desta hemeroteca digital é a produção cultural realizada  em Minas ou por mineiros,  e como ela repercutiu em outros lugares, no Brasil e no exterior.

O acervo não está completo, nem nunca estará, pois demandará que seja continuado. Inicialmente, foram processados cerca de 8.000 documentos. O público cinéfilo, os pesquisadores e os profissionais do audiovisual terão acesso ao conteúdo disponibilizado por meio desta página no suporte digital. O banco de dados gerado representa uma nova forma de apresentar o material produzido pela midia impressa ao longo de várias décadas e que foi preservado pelo CEC/MG e também pelo Instituto Humberto Mauro.

Como fazer consulta ao acervo: 

1) O consulente pode buscar o assunto que o interessa pelo título com que foi publicado na imprensa, seu redator, o filme, diretor, artista ou técnico a que se refere, o evento ou outra especificidade, o veículo de imprensa e a data de publicação.

2) Localizado o material, com base nas informações obtidas, o consulente deve enviar por nossa página de contato ou para o e-mail cecmg1951@gmail.com o pedido de informação; nossa equipe localizará a matéria e enviará a reprodução do recorte por e-mail para o interessado.

O Centro de Estudos Cinematográficos de Minas Gerais é um dos mais antigos cineclubes do Brasil. Fundado por Cyro Siqueira, Jacques do Prado Brandão, Fritz Teixeira de Salles, Guy de Almeida, Raimundo Fernandes e outros, despertou entre nós o reconhecimento do cinema como arte, sistematizou o exercício crítico do fenômeno cinematográfico  e reuniu ao redor do cinema pessoas de todas as áreas culturais da cidade. Contribuiu para a formação de várias gerações de artistas e intelectuais mineiros, que reconhecem o seu papel no processo de modernização da cultura em Minas Gerais. Sua influência se desdobrou em vários outros empreendimentos culturais, como a "Revista de Cinema", o 1º Festival de Cinema Brasileiro de Belo Horizonte, o Clube da Esquina, o Cinema de Arte Pathé, o Cine Humberto Mauro, a TV Minas e o Festival Internacional de Curtas, além das carreiras de cineastas como Carlos Alberto Prates Correia, Neville d'Almeida, Maurício Gomes Leite, Schubert Magalhães, Geraldo Veloso, Sylvio Lanna e Paulo Augusto Gomes, entre outros. 

O Instituto Humberto Mauro foi fundado em 1982 e se dedica, desde então, à preservação da memória coletiva da cultura cinematográfica e audiovisual de Minas Gerais. .

Boa consulta e viva o conhecimento!

Equipe do projeto:

Victor de Almeida - Coordenador do projeto

Empresa Júnior de Arquivologia/ Escola de Ciência da Informação da UFMG - Organização e digitalização do acervo

Lourenço Veloso - Produção e Desenvolvimento página da internet

Mitiko Mine - Direção Artística e Web Design

Janine Horta - Assessoria de imprensa